Dilma faz reunião sobre possível impeachment

A presidente Dilma Rousseff se reuniu hoje, no Palácio do Planalto, com integrantes da coordenação política do governo para definir as estratégias que serão adotadas caso o presidente da Câmara resolva abrir um processo de impeachment. Cunha deve decidir ainda hoje se aceitará pedido de impeachment de Dilma. De acordo com a Secretaria de Imprensa da Presidência, foram chamados para a coordenação política o vice-presidente Michel Temer, onze ministros dos sete diferentes partidos e os líderes do governo no Congresso Nacional, senador José Pimentel, Delcídio do Amaral e o deputado José Guimarães. Outra reunião aconteceu ontem, durante o feriado, mas não constava da agenda oficial da presidente e o tema não foi informado. 

Reunião á favor do impeachment acontece hoje em Brasilia

Líderes da oposição vão se reunir hoje, em Brasília, para fechar uma estratégia conjunta sobre a abertura de um processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Antes, alguns integrantes da oposição devem fazer uma consulta ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, recebe deputados petistas no Palácio do Planalto para organizar a reação do governo. Para a oposição, o fato da Procuradoria Geral da República ter divulgado a informação sobre as contas de Eduardo Cunha na Suíça, enfraqueceu a posição do presidente da Câmara, justamente no momento em que o pedido de impeachment seria analisado na Casa.

Suíça bloqueia mais de 2 milhões de euros da conta de Eduardo Cunha

Autoridades da Suíça bloquearam mais de dois milhões de euros, em contas secretas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Os extratos com o registro do saldo nas contas foram enviados pelo Ministério Público suíço e chegaram ontem na Procuradoria-Geral da República. Caberá agora ao procurador-geral Rodrigo Janot decidir se pede abertura de um novo inquérito ou se apresenta nova denúncia contra Cunha. O presidente da câmara insiste em negar ser correntista no país europeu e afirma que não há hipótese de renunciar à presidência da Casa. As contas foram descobertas em abril deste ano, e desde então, o presidente da Câmara vinha sendo investigado na Suíça por corrupção passiva e lavagem de dinheiro desviado da Petrobras. Cunha foi acusado de receber cinco milhões de euros em propina para facilitar a compra de dois navios-sondas da Samsung Heavy Industries, pela Petrobras.

O empresário Wagner Filho foi preso ontem pela PF

A Polícia Federal prendeu ontem o empresário Wagner Canhedo Filho depois que a Justiça determinou a prisão preventiva dele a pedido do Ministério Público Federal. Os investigadores solicitaram que ele fique proibido de deixar o país justificando que o risco de fuga é grande e que poderia prejudicar aplicação da lei penal. Segundo estimativa da Procuradoria da Fazenda Nacional as fraudes causaram um prejuízo de mais de oitocentos e setenta milhões de reais aos cofres públicos. De acordo com a Procuradoria da República, o empresário é investigado por falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e associação criminosa. O caso é apurado desde o ano passado pelo Núcleo Criminal do MPF e pela Polícia Federal. Durante as buscas ele foi detido em flagrante por posse ilegal de arma.

TCU rejeita as contas de 2014 e Dilma se reunirá ministros

A presidente vai se reunir hoje com a nova equipe ministerial, um dia após a recomendação de rejeição das contas do governo. O Tribunal de Contas da União, TCU, recomendou ontem a rejeição das contas do governo de 2014. A decisão do TCU representou uma derrota para o governo. O tribunal entendeu que houve irregularidades nas contas de 2014 e agora caberá ao Congresso votar se aceita ou não a recomendação. Em último caso, a reprovação das contas pode suscitar uma abertura de processo de impeachment da presidente. A reunião que acontecerá hoje, às quatorze horas, no Palácio do Planalto, é a primeira desde que a nova equipe ministerial foi anunciada na semana passada. O tema da reprovação das contas passa a ser prioritário para a Presidência, já que, a reforma ministerial foi realizada com a intenção de ampliar o dialogo com a base aliada no Congresso. Esta foi a segunda vez na história, que o TCU recomenda ao Congresso a rejeição das contas de um presidente. A primeira foi em 1937, durante o governo Getúlio Vargas. Na ocasião, o Congresso não seguiu a recomendação do tribunal.
 

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